Filme sobre Bolsonaro gastou R$ 800 mil com hotel e segurança de ator
Documentos entregues à Polícia Federal mostram despesas da produção de Dark Horse com Jim Caviezel e equipe durante gravações em São Paulo.
Documentos entregues à Polícia Federal mostram despesas da produção de Dark Horse com Jim Caviezel e equipe durante gravações em São Paulo.
A Bravo Grafeno e ao menos 16 empresas ligadas a Antonio Antunes estão registradas na mesma sala em Brasília.
Mensagens mostram promessa de continuidade nos repasses e cobranças sobre pagamentos da cinebiografia Dark Horse.
Documento baseado em investigação da PF levou à abertura de inquérito no STF sobre o financiamento de Dark Horse.
Anotações apreendidas citam um “sócio Mário” e conectam a produtora a empresas nos Estados Unidos e ao Instituto Conhecer Brasil.
Senador e candidato à Presidência fará a visita na tarde deste sábado à Cadeia Pública Delegado Hildebrando de Souza.
Presidente do Senado também disse não ter prazo para analisar pedidos de impeachment de Alexandre de Moraes.
Proposta de delação afirma que repasses eleitorais faziam parte de acordo para manter cartão consignado no governo paulista.
Produtor-executivo de Dark Horse diz que o valor não é fora do padrão de Hollywood; projeto é investigado por suspeitas financeiras.
Antonio Carlos Freixo Junior disse à PGR que movimentou mais de R$ 1,3 bilhão para Daniel Vorcaro entre 2020 e 2025.
Operação mira deputado Mario Frias e duas ONGs associadas à produtora de Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente.
Operação investiga suposto desvio de emendas parlamentares e cumpre 49 mandados em quatro unidades da federação.
Produção com Jim Caviezel no elenco teria custo acima de 15 dos últimos 20 vencedores do Oscar de melhor filme.
Documentos indicam negociações com Daniel Vorcaro e gestão de valores nos Estados Unidos para a produção de Dark Horse.
Operação Make Up cumpre 49 mandados e apura suspeitas envolvendo Mario Frias, empresas e recursos para produção cinematográfica.
Inquérito autorizado pelo STF apura possível lavagem de capitais, evasão de divisas e corrupção ligada ao filme sobre Jair Bolsonaro.
Entre 2019 e 2022, os festejos foram usados para mobilização política, ataques ao STF e ações eleitorais, segundo decisões e investigações citadas no caso.
Alencar Santana quer que suspeitas envolvendo doações eleitorais e o Credcesta sejam incluídas na Operação Compliance Zero.