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Polícia apura entrega de recém-nascido e cobrança de R$ 200 mil em Altamira

A criança foi encontrada com três pessoas, que acabaram presas; investigação apura fraude em adoção e possível participação de outros envolvidos.

Polícia apura entrega de recém-nascido e cobrança de R$ 200 mil em Altamira

A Polícia Civil encontrou um recém-nascido em um espaço onde estava acompanhado por três pessoas. Duas mulheres e um homem foram presos em flagrante, e a criança foi encaminhada para acolhimento após o resgate. O bebê está bem de saúde, e a Justiça deverá decidir sobre a guarda.

A investigação apura se a mãe entregou o filho a outras pessoas depois de deixar o Hospital Geral de Altamira. Ela havia dado entrada no local em 9 de setembro para dar à luz usando o documento de outra mulher e recebeu alta no dia 11.

De acordo com a Polícia Civil, depois da alta, o recém-nascido teria sido entregue a terceiros. Mais tarde, a mãe teria tentado recuperar a criança e sido informada de que precisaria pagar R$ 200 mil para tê-la de volta.

Como a polícia chegou ao bebê

A delegada Lêda Salgado afirmou que os investigadores localizaram uma pessoa que teria feito contato com a mãe para convencê-la a entregar o filho. A partir dessa identificação, a polícia chegou ao local onde o bebê estava com outras duas pessoas.

“Há outras diligências em curso para que a gente consiga chegar a qual destino essa criança teria”, disse a delegada. A Polícia Civil ainda tenta descobrir se houve participação de mais pessoas e se existem outras possíveis vítimas.

Os três presos foram levados à Seccional Urbana de Altamira e passaram por audiência de custódia nesta terça-feira (15). O caso tramita sob sigilo na Delegacia Especializada no Atendimento à Criança e ao Adolescente (Deaca) de Altamira. Os suspeitos são investigados por tráfico de pessoas para fins de adoção mediante fraude.

Mulher teria vindo da Bahia

A polícia também investiga a participação de uma mulher que teria viajado da Bahia para Altamira para ficar com o recém-nascido. Ela teria tentado registrar a criança em um cartório de registro civil do município, mas não conseguiu.

A mãe prestou depoimento e foi liberada. Segundo a Polícia Civil, ela teria recebido ajuda durante a gravidez e deverá responder pelo crime investigado. O Conselho Tutelar de Altamira informou que só deve se manifestar depois do encerramento das investigações.

Texto produzido pela Redação Pulso Jovem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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