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Homenagens destacam legado de Zélia Amador de Deus em Belém

Professora, atriz e militante dos direitos da população negra será velada no Teatro da Waldemar Henrique.

Homenagens destacam legado de Zélia Amador de Deus em Belém

O projeto que reconhece a obra de Zélia Amador de Deus como patrimônio estava na pauta da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), mas não foi votado por falta de quórum. A proposta é da deputada estadual Lívia Duarte, que acompanhou a sessão. Se for aprovada, será encaminhada para a sanção da governadora do estado.

A iniciativa foi apresentada enquanto artistas, políticos, jornalistas, professores e amigos se despedem da professora universitária, doutora em Ciências Sociais, atriz e militante dos direitos da população negra. O velório será realizado no Teatro da Waldemar Henrique.

Zélia foi uma das fundadoras do Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará. Ela também foi lembrada por sua atuação na educação, na cultura e na luta antirracista.

Homenagens de Anielle e Jane Beltrão

Entre Brasília (DF) e o Rio de Janeiro, a educadora e ativista Anielle Franco publicou uma homenagem no Instagram. Ela recordou a convivência com Zélia e a participação das duas na posse do CNPIR, em 2023. “É com grande pesar que recebo a notícia da partida da professora Zélia Amador de Deus”, escreveu.

Em Belém, a antropóloga e professora titular da UFPA Jane Beltrão também se despediu da amiga, com quem mantinha uma relação de décadas. Jane afirmou que as duas ainda tinham muito a fazer juntas e destacou lembranças do bom humor e do acolhimento de Zélia.

Parceria no cinema

O jornalista, roteirista e cineasta Ismael Machado recordou a criação do documentário “Amador, Zélia”, dirigido por ele. A ideia surgiu em parceria com Michelle Maia, e o contato para convidar a professora para o projeto aproximou os dois.

Machado afirmou que Zélia era fonte para textos jornalísticos e uma pessoa admirada por ele. O documentário recebeu prêmios e participou de diversos festivais. Recentemente, o cineasta também ajudou a promover um encontro entre Zélia e Djamila Ribeiro em Belém.

Na homenagem, a trajetória de Zélia aparece ligada à universidade, à cultura e à defesa da população negra. A votação do projeto na Alepa ainda depende de uma nova sessão com quórum.

Texto produzido pela Redação Pulso Jovem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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