Brasil

Zélia Amador é homenageada após trajetória no movimento negro

Natural de Mangueiras, no Marajó, professora e ativista morreu aos 76 anos, perto de completar 77.

Zélia Amador é homenageada após trajetória no movimento negro

A trajetória de mais de quatro décadas de Zélia Amador no movimento negro da Amazônia e do Brasil foi lembrada após sua morte, aos 76 anos. Natural do território quilombola de Mangueiras, em Salvaterra, no Marajó, ela nasceu em 26 de outubro de 1949 e faria 77 anos em outubro.

Artistas, políticos, autoridades públicas, amigos e admiradores destacaram sua atuação acadêmica e a militância social em defesa do povo negro. Manifestações foram publicadas por pessoas de várias cidades brasileiras.

Homenagens nas redes

Alma Preta e Mídia Ninja divulgaram homenagens a Zélia Amador de Deus nesta terça-feira (8). As publicações ressaltaram a perda de uma grande personalidade.

A escritora paulista Djamila Ribeiro também homenageou a professora. Ela contou que encontrou Zélia em Belém, há duas semanas, durante um café da manhã. Djamila disse que levou flores e pediu a bênção da professora.

“Sem saber, foi nossa despedida”, escreveu a escritora. Djamila afirmou ainda ter produzido duas colunas sobre Zélia na Folha de S.Paulo: a primeira em 2019 e a segunda poucos dias depois do falecimento, em 27 de agosto deste ano.

Zélia nasceu em uma comunidade quilombola de Salvaterra e construiu uma trajetória ligada à defesa do povo negro. Ela morreu às vésperas de completar 77 anos.

Texto produzido pela Redação Pulso Jovem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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