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Baobá plantado por Zélia Amador ganha destaque em homenagem da UFPA

Universidade relembrou a trajetória da professora, escritora, atriz e diretora de teatro após sua morte em Belém.

Baobá plantado por Zélia Amador ganha destaque em homenagem da UFPA

A Universidade Federal do Pará (UFPA) decretou luto oficial por três dias e publicou uma homenagem a Zélia Amador de Deus, que morreu aos 74 anos nesta terça-feira (8), em Belém.

O texto da instituição destacou o plantio de um baobá no campus como um dos gestos mais recentes da professora emérita. A muda foi colocada na terra da universidade com a presença de amigos e familiares. Zélia dedicou mais de cinco décadas à UFPA.

A escolha da árvore foi associada à ancestralidade e à memória de povos africanos e afrodescendentes. A universidade também relacionou a capacidade do baobá de atravessar o tempo à trajetória da professora, além de mencionar permanência, resistência e continuidade.

Trajetória na universidade e no movimento negro

Professora, pesquisadora e artista, Zélia também foi escritora, atriz e diretora de teatro. Segundo a UFPA, sua trajetória esteve ligada ao movimento negro e à ampliação do debate sobre racismo, desigualdades e políticas de inclusão e equidade no ensino superior.

A instituição afirmou que o baobá representa raízes construídas por Zélia ao longo de sua atuação na universidade. A árvore ainda é uma muda e precisará de tempo para crescer e criar raízes, em uma relação feita pela UFPA com a história da professora.

Na ocasião do plantio, Zélia falou sobre o significado da homenagem e sobre a relação do baobá com a ancestralidade: “Esse baobá representa muito para mim, porque fala de ancestralidade, de memória e daqueles que vieram antes de nós. Estou muito emocionada e só tenho a agradecer por esta homenagem”, afirmou.

A UFPA informou que o luto oficial começou nesta terça-feira (8).

Texto produzido pela Redação Pulso Jovem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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