Música

O que fica depois da exposição em um reality musical

Brenno Casagrande fala sobre identidade artística, público e os caminhos para transformar visibilidade em carreira.

O que fica depois da exposição em um reality musical

Participar de um reality musical pode ampliar o alcance de um artista, mas a carreira continua quando as câmeras são desligadas. Para Brenno Casagrande, esse período exige transformar a atenção recebida em trabalho, identidade e conexão com o público.

A experiência na segunda temporada do Estrela da Casa, da TV Globo, mostrou na prática o tamanho dessa oportunidade. A temporada alcançou 99,3 milhões de telespectadores e gerou mais de 180 milhões de visualizações nas redes sociais da emissora e do programa. A exposição apresentou o trabalho de Brenno a pessoas que ainda não conheciam sua música.

Mas visibilidade, sozinha, não garante continuidade. Depois do programa, o artista precisa entender quem é, o que quer dizer e qual caminho pretende seguir. Repertório, presença de palco e relação com o público são construções que levam tempo. Não existe uma fórmula única para transformar atenção em carreira.

Uma trajetória antes da televisão

A história de Brenno na música já vinha sendo construída antes do reality. Como compositor, ele soma quase 500 músicas gravadas por diferentes artistas e teve cinco passagens pelo Grammy Latino, com uma vitória.

Em 2017, “Golpe Baixo”, interpretada por Daniel, venceu na categoria Música Sertaneja. Depois, Brenno recebeu indicações por “Sofazinho”, de Luan Santana, em 2019; “Seus Olhos Não Mentem”, de Cláudia Leitte, em 2020; “Para Qué (Que Me Duela)”, de Camilú com Brenno, em 2023; e “Era Tudo o Que Eu Queria”, de Luan Santana, em 2024.

O Estrela da Casa, portanto, ampliou uma trajetória que já existia. A participação também reforçou o desejo de fortalecer sua atuação como intérprete e apresentar ao público a própria voz.

Depois do programa, essa conexão ganhou uma proposta nos palcos com o NUSOM, espaço em que Brenno constrói, junto do público, uma atmosfera ligada à música brasileira, ao afeto, à memória e ao pertencimento.

Para ele, um reality é um momento, não a vida inteira. A temporada termina e o público acompanha novas histórias. Por isso, a oportunidade também precisa ser usada para investir na comunicação, na persona artística e em uma estrutura que permita continuar com shows, produções e novos projetos.

Texto produzido pela Redação Pulso Jovem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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