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Pará soma 4.973 internações por SRAG em 2026, apesar de queda recente

Dados da Sespa mostram recuo de casos nas últimas seis semanas, mas o acumulado anual ainda supera o registrado no mesmo período de 2025.

Pará soma 4.973 internações por SRAG em 2026, apesar de queda recente

O estado registrou 4.973 hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no acumulado de 2026, contra 4.915 no mesmo período de 2025. A alta é de aproximadamente 1,2%, mas os dados mais recentes da Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa) indicam redução nas ocorrências e, até o momento, não apontam tendência de crescimento.

Nas últimas seis semanas, foram contabilizados 373 casos de SRAG, ante 681 nas seis semanas anteriores. O período corresponde às Semanas Epidemiológicas 30 e 35, de 30 de agosto a 5 de setembro, e representa uma queda de aproximadamente 45%.

Entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos, o total passou de 299 para 158 casos. A redução nesse grupo foi de aproximadamente 47%. O rinovírus foi o agente mais identificado nessa faixa etária nas últimas seis semanas, com 35 registros.

Diferenças entre os estados

O cenário paraense contrasta com o observado em Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro. O Boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), apontou incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco nesses cinco estados, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo.

A atualização, referente à Semana Epidemiológica 35, também registrou aumento entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos nessas localidades, principalmente por causa da circulação do rinovírus. Nas outras faixas etárias, a tendência indicada foi de diminuição ou estabilização.

Sinais de alerta e prevenção

Segundo o infectologista Lourival Marsola, a SRAG pode surgir quando uma infecção respiratória evolui com comprometimento da respiração. “Falta de ar, dificuldade para respirar, queda da saturação de oxigênio e piora importante do estado geral são sinais de alerta”, afirma.

Idosos, especialmente aqueles com 60 anos ou mais, bebês, gestantes, pessoas imunossuprimidas e pacientes com doenças crônicas estão entre os grupos mais vulneráveis. As medidas recomendadas incluem manter a vacinação contra influenza e Covid-19 atualizada, lavar as mãos, ventilar os ambientes e evitar contato próximo quando houver sintomas respiratórios.

No caso do VSR, Marsola destaca a vacinação de gestantes na 28ª semana de gestação e, conforme a indicação, o uso de anticorpo monoclonal em bebês logo após o nascimento.

Texto produzido pela Redação Pulso Jovem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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