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Em visita à Honda, Flávio Bolsonaro promete novos setores para a Zona Franca

Candidato ao Planalto afirmou que pretende manter incentivos, ampliar empregos e diversificar a economia do Polo Industrial de Manaus.

Em visita à Honda, Flávio Bolsonaro promete novos setores para a Zona Franca
Foto: Divulgação

Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que pretende manter os incentivos da Zona Franca de Manaus e ampliar a geração de empregos no modelo. O senador é candidato à Presidência da República e fez as declarações durante uma visita à fábrica da Moto Honda da Amazônia, no Distrito Industrial de Manaus, nesta sexta-feira (11).

A agenda incluiu propostas para diversificar as atividades econômicas do Polo Industrial. Flávio citou a possibilidade de instalar data centers e ampliar setores ligados à produção de fertilizantes e defensivos agrícolas. Também mencionou investimentos na produção de gás natural e de potássio.

“Hoje, eu posso falar que a Zona Franca não é mais de Manaus, é do Brasil inteiro”, declarou. Em outro momento, disse que o modelo é “sagrado” e que precisa ser ampliado.

Propostas para o Amazonas

O senador também defendeu a pavimentação de estradas já existentes no estado, incluindo a BR-319, além de uma conexão maior entre os municípios amazonenses. Entre os compromissos apresentados, estão ainda investimentos em turismo e em infraestrutura para o escoamento da produção agrícola e do extrativismo.

Flávio afirmou que pretende “trazer mais prosperidade” para a região e usar as riquezas do Amazonas em benefício da população. Ele também vestiu uma camisa com referência ao modelo e declarou ser “100% Zona Franca de Manaus”.

A posição apresentada em Manaus contrasta com uma declaração anterior do senador, que havia revelado a intenção de paralisar por um ano os efeitos da reforma tributária caso fosse eleito. Os incentivos fiscais para o Amazonas foram mantidos na reforma.

Histórico sobre o IPI

Em março de 2022, Flávio defendeu uma redução de até 25% do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), medida determinada pelo governo do então presidente Jair Bolsonaro. Na época, ele classificou a redução como uma “vitória de todo o Brasil”.

O Governo do Amazonas contestou a mudança por considerar que ela diminuía a diferença tributária entre produtos fabricados fora da Zona Franca e os produzidos no Polo Industrial de Manaus. Em abril daquele ano, o governo federal ampliou a redução para 35% para a maioria dos produtos.

Na ocasião, Flávio também defendeu uma alternativa para a atividade econômica da região diante das mudanças no IPI.

Texto produzido pela Redação Pulso Jovem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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