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Apple aposta em dobrável, IA do Google e dois momentos para o iPhone 18

Evento da Apple deve combinar iPhone Ultra dobrável, Gemini no iOS 26 e uma nova divisão do calendário de lançamentos.

Apple aposta em dobrável, IA do Google e dois momentos para o iPhone 18

A Apple deve reorganizar sua estratégia de smartphones em três frentes no evento Surprise and Shine, marcado para quarta-feira (9): inteligência artificial, celulares dobráveis e um calendário dividido para a linha iPhone 18. A apresentação será conduzida pelo novo CEO da empresa, John Ternus.

A companhia pretende usar a tecnologia Gemini, do Google, em partes do pacote Apple Intelligence no iOS 26 e na família iPhone 18 Pro. O processamento continuará nos servidores da Apple, dentro da proposta de privacidade e segurança da empresa, mas o modelo de base será fornecido pelo Google.

Um iPhone dobrável na disputa

O iPhone Ultra dobrável deve marcar a entrada da Apple no segmento de hardware ultra-premium. A Samsung apresentou o Galaxy Fold em 2019, e a indústria passou a observar quando a Apple lançaria seu próprio modelo.

A chegada do aparelho também pode ampliar a atenção sobre os celulares dobráveis e validar a presença desse tipo de dispositivo no mercado. Mesmo com estoque limitado nos primeiros meses, o produto deve gerar visibilidade para a Apple e impulsionar a categoria.

A Samsung estaria preparando o Galaxy Z Fold 8 para distribuição mundial. O modelo terá formato widescreen semelhante ao esperado no iPhone Ultra, colocando lado a lado um aparelho estreante e um veterano de sete anos.

Duas ondas para a linha iPhone 18

A primeira etapa da geração deve reunir o iPhone 18 Pro, o 18 Pro Max e o Ultra, concentrando os modelos profissionais nos últimos meses de 2026. Já o iPhone 18, o iPhone 18 Air e o suposto iPhone 18e ficariam para o final de março ou início de abril de 2027.

Com essa divisão, o iPhone 18 Pro básico será a opção mais barata da linha em 2026. No começo de 2027, a Apple terá um novo momento de destaque com os aparelhos voltados ao consumidor final, período que também coincide com o Mobile World Congress, em Barcelona.

Mais pressão sobre a App Store

O aumento dos custos de matérias-primas ligados à demanda dos data centers de IA e as tensões geopolíticas no Estreito de Ormuz podem dificultar a redução das despesas de produção. Para proteger a lucratividade, a Apple também busca ampliar receitas de serviços.

Ternus e Eddy Cue querem aumentar as margens da App Store e gerar receita recorrente na plataforma, enquanto Schiller demonstrou preocupação com possíveis reações de desenvolvedores e governos. A empresa já elevou preços mensais de assinaturas e avalia projetos como o leasing do iPhone.

A nova estratégia combina um dobrável, dependência de tecnologia externa para IA e lançamentos mais frequentes. Com isso, a Apple tenta fortalecer seu ecossistema e ocupar mais espaço na disputa entre fabricantes de smartphones.

Texto produzido pela Redação Pulso Jovem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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