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Moraes e PGR pedem transparência total em processos ligados ao Banco Master

Edson Fachin determinou que André Mendonça retire o sigilo dos procedimentos, preservando apenas diligências que possam ser prejudicadas.

Moraes e PGR pedem transparência total em processos ligados ao Banco Master

O ministro Alexandre de Moraes e a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediram que todos os procedimentos ligados ao caso do Banco Master fossem divulgados, sem exceções. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, acolheu os pedidos e solicitou a André Mendonça o levantamento do sigilo em até 24h.

Moraes afirmou que a divulgação deveria evitar escolhas seletivas e garantir isonomia e respeito ao devido processo legal. Em um ofício enviado a Fachin, ele anexou uma tabela para indicar que 180 peças não teriam sido liberadas nos 15 processos tornados públicos nesta quinta-feira (10).

A PGR também questionou a ausência de parte dos procedimentos relacionados à investigação mais ampla da Operação Compliance Zero. Em manifestação assinada pelo vice-procurador-geral da República, Hildenburgo Chateaubriand Filho, o órgão pediu a retirada do sigilo de todas as peças e procedimentos vinculados à PET 15556, com as ressalvas já apresentadas.

“O levantamento do sigilo, sem exceção” foi solicitado pela PGR para evitar tratamento diferente em situações de igual repercussão. O documento menciona ainda a IPL 5026, associada à investigação.

Investigação sobre Flávio Bolsonaro

André Mendonça havia tornado pública parte da documentação na noite desta quinta-feira (10), mas manteve em sigilo a investigação de Flávio Bolsonaro. O procedimento trata de valores recebidos do banqueiro Daniel Vorcaro para supostamente financiar o filme “Dark Horse”.

Áudios revelados pelo Intercept Brasil mostram Flávio pedindo R$ 134 milhões a Vorcaro para bancar o projeto. Segundo a Polícia Federal (PF), mais de R$ 60 milhões foram pagos. Mendonça autorizou a PF a investigar Flávio em julho.

Fachin ressaltou que a restrição deve continuar apenas para diligências em andamento que possam ser comprometidas pela divulgação.

A participação de Paulo Gonet no processo também é questionada. Ele foi citado em um relatório da PF sobre mensagens de Vorcaro. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) defende o afastamento de Gonet da ação, enquanto o Conselho do Ministério Público Federal abriu um processo sobre as conversas dele com Daniel Vorcaro.

Texto produzido pela Redação Pulso Jovem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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