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Decisão do STF impõe restrições a investigados em operação sobre filme

Medida autorizou buscas contra Mario Frias e Karina da Gama em apuração sobre emendas e contratos ligados a “Dark Horse”.

Decisão do STF impõe restrições a investigados em operação sobre filme
Foto: Gustavo Moreno/STF

Os investigados na operação da Polícia Federal que apura repasses de emendas parlamentares relacionados ao filme “Dark Horse” terão de entregar os passaportes ao Supremo Tribunal Federal e não poderão deixar o País. Flávio Dino, ministro do STF, também proibiu que eles conversem entre si.

A decisão que autorizou as medidas foi assinada em 3 de setembro e teve o sigilo retirado nesta quinta-feira (10), após a realização das buscas. Dino autorizou diligências em endereços ligados a 53 pessoas e empresas.

A Polícia Federal cumpre 49 mandados de busca e apreensão. Entre os alvos estão Mario Frias (PL-SP), deputado federal e roteirista do filme, e Karina Ferreira da Gama, dona da Go UP Entertainment Ltd, produtora da obra. As defesas dos dois foram procuradas, e o espaço está aberto.

A investigação analisa contratos firmados pelo Instituto Conhecer Brasil (ICB) e pela Academia Nacional de Cultura (ANC), ambos presididos por Karina. As empresas contratadas têm ligação com doadores de campanha de Frias, ex-assessores parlamentares e o advogado do deputado.

Segundo os investigadores, existe suspeita de que parte dos contratos tenha sido simulada ou fraudulenta. Em 2024, Frias destinou R$ 2 milhões em emendas parlamentares ao ICB.

Texto produzido pela Redação Pulso Jovem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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