Brasil

Augusto Cury se apresenta como alternativa à polarização em ato no Rio

Candidato do Avante caminhou por Copacabana, criticou a disputa entre esquerda e direita e defendeu mudanças no Bolsa Família.

No Rio, Cury diz ser 3ª via e enaltece eleitores de direita e esquerda

Augusto Cury (Avante) afirmou, durante um ato de campanha na praia de Copacabana, ser a principal opção de voto para quem rejeita a polarização entre esquerda e direita. O candidato à Presidência fez uma caminhada entre os postos 6 e 5 da orla e discursou em um trio elétrico, debaixo de chuva.

Cury disse respeitar eleitores dos dois lados do espectro político e criticou a concentração da disputa em duas famílias. “O Brasil não aguenta mais ser capturado por apenas duas famílias”, afirmou ao público.

Discurso e apoio a André Mendonça

Durante o evento, o candidato também elogiou o ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça. Depois, ao falar com a imprensa, afirmou que não defendia um ministro específico, mas desejava transparência e independência para investigar indícios de corrupção.

Cury repetiu a ideia de que o país deveria ser tratado como uma única comunidade. Em seu discurso, disse que os brasileiros foram levados a acreditar que estavam em lados opostos e citou a “família brasileira” como o barco comum do país.

O ato reuniu muitos cabos eleitorais. Entre 9h e 11h, grupos ligados a candidatos a deputado estadual e deputado federal atuaram na região. Durante a caminhada, candidatos do Rio tentaram se aproximar do escritor para gravar vídeos para as próprias campanhas.

A movimentação provocou tensão na chegada e na saída de Cury. Candidatos sem mandato tentaram se apresentar como políticos eleitos para entrar nos espaços fechados onde o candidato estava.

Bolsa Família

Cury também falou sobre sua origem humilde e disse ter visitado recentemente a favela da Rocinha para pedir o apoio dos eleitores. Segundo ele, sua proposta é ajustar o Bolsa Família para que beneficiários que assinarem a carteira de trabalho recebam um prêmio adicional sem perder o benefício.

“O Bolsa Família precisa ser ajustado”, declarou. O candidato citou pagamentos de R$ 600 e R$ 150 por filho e afirmou que os beneficiários deveriam ter condições de buscar uma casa e um carro. Também disse que todos os que assinarem a carteira manterão o benefício.

Texto produzido pela Redação Pulso Jovem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.

Mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5