O Brasil aparece com 41 instituições no ranking IntelLat 2026, que avaliou 105 hospitais da América Latina. O Hospital Israelita Albert Einstein ocupa a primeira posição geral, enquanto o Hospital Sírio-Libanês ficou em quarto lugar e o Hospital Moinhos de Vento, em quinto.
A lista também inclui o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, o Hospital Nove de Julho, da Rede Américas, o Hospital do Coração (Hcor) e o Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Entre as instituições brasileiras, 15 estão entre os 50 primeiros colocados e sete aparecem entre os 20 melhores. Em 2025, eram seis representantes do país entre os 20 primeiros.
Desempenho por especialidade
O Einstein Hospital Israelita lidera as categorias de pneumologia, oncologia, ginecologia e obstetrícia, cardiologia e pediatria. Em pneumologia, o Hospital Sírio-Libanês aparece em 7º, o Hospital Moinhos de Vento em 8º, o Hospital Nove de Julho em 9º e o Hospital Santa Joana Recife em 10º. Ao todo, cinco instituições brasileiras estão entre as dez primeiras da área.
Na oncologia, o Sírio-Libanês ocupa o 2º lugar, o Moinhos de Vento está em 3º e o Hcor - Hospital do Coração aparece em 9º. O país soma 14 instituições entre os 35 hospitais classificados nessa especialidade.
Em ginecologia e obstetrícia, a Casa de Saúde São José está em 9º e o Hospital Santa Joana Recife, em 10º. O Brasil tem 12 instituições entre os 35 classificados. Na cardiologia, são 13 representantes brasileiros entre os 35, com o Sírio-Libanês em 7º e o Moinhos de Vento em 10º.
Na pediatria, o Sírio-Libanês aparece em 6º e o Moinhos de Vento em 8º. A categoria tem 14 hospitais brasileiros entre os 35 classificados.
Em neurologia, o Einstein está em 1ª posição, seguido pelo Moinhos de Vento, em 12º, e pelo Hospital Nove de Julho, em 13º. Em ortopedia e traumatologia, o Einstein lidera, o Sírio-Libanês fica em 6º e o Hospital Vitória, em 15º. Já em endocrinologia e diabetologia, o Einstein está em primeiro e o Complexo Hospitalar de Niterói (CHN), em 8º.







